No Brasil, iniciou-se a reforma de pneus OTR no início da década de 50 com o processo inglês "Vacuum-lug" em autoclaves. A maior dificuldade para reformar um pneu desse tipo são as avarias acidentais ou danos causados pela má utilização ou deficiência na manutenção dos pneus.

O processo de reforma adotado para os pneus rodoviários no Brasil tem uma predominância de cerca de 80% para o processo de bandas pré-moldadas, enquanto que os pneus OTR utilizam em sua grande maioria o processo de vulcanização à quente. Em matrizes (moldes) tanto para radiais como para diagonais.

Em média é possível se fazer três reformas mas há casos de se chegar a sete reformas na mesma carcaça. Isso varia em função do estado geral da carcaça, grau de severidade na utilização, fadiga dos componentes, avarias acidentais e manutenção adequada. Depois de reformado o pneu pode rodar tanto quanto um novo.

Por isso, é importante que quando novos, tenham sido utilizados em um serviço conforme instruções dos fabricantes de pneus de terraplanagem quanto à carga, pressão e manutenção adequadas das carcaças destinadas à recapagem/conserto.


raspagem


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vulcanização

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pneu pronto

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